
Tidas como baratas, transportáveis e recicláveis as "casas-container" do artquiteto de New Jersey (USA) Adam Kalkin podem se tornar a nova onda em residências pré-fabricadas.
Ele não é o primeiro a executar moradias nestes moldes, outros arquitetos como Jennifer Siegal (http://www.designmobile.com/jennifer.html) and Lot-Ek (http://www.lot-ek.com/) construíram prótótipos e conceitos semelhantes que seriam contra as paredes brancas do modernismo. Mas Kalkin usa este conceito além, em forma de casas de luxo, anexos de museus e também casas para refugiados.

Esta semana ele saiu num catálogo da Quik Build, que executa casas pré-fabricadas (website: http://www.quik-build.com/). O livro "Adam Kalkin´s ABC of Container Architecture" mostra 32 de suas obras, incluindo a sua própria casa, que é um cottage do século 19 em clapboard dentro de um hangar industrial e um projeto em que um quarto executado num container com paredes hidráulicas de que se abrem e fecham.
A "quik Build" era uma empresa de bom apelo com suas casas modernistas pré-fabricadas, mas foi perdendo seu espaço ao longo do tempo. O preço de seu metro quadrado varia entre U$ 250,00 a U$ 400,00, o que pode ser mais do que uma residência tradicional, com arquiteto e empreiteiro.
Mas tem uma certa onda de pré-fabricados novamente, especialmente estes que se diferenciam pelo design inovador. Ano passado, houve uma exposição no MOMA (Museum of Modern Art - www.moma.org/ ) de Nova Iorque, chamada "home delivery", mostrando as inovações. Um dos curadores da mostra chegou a propor as casas de Kalkin para as vítimas de New Orleans.

O próprio Kalkin nunca havia se visto como um executor de casas pré-fabricadas, até que uma de suas casas em Bunny Lane (http://www.inhabitat.com/2009/03/06/residence-bunny-lane-adam-kalkin/) foi apresentada na capa de uma revista especializada em pré-fabricados.
A pergunta que se faz é se isso realmente é uma alternativa viável para a habitação. Pode ser que sim, porque não?
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