Esta é a pergunta da reportagem de ontem da Fast Company online.

Tidas como baratas, transportáveis e recicláveis as "casas-container" do artquiteto de New Jersey (USA) Adam Kalkin podem se tornar a nova onda em residências pré-fabricadas.

Ele é polêmico em tudo o que faz. Além de arquiteto, é um artista que faz performances, instalações, leituras em eventos de museus e por aí vai. No seu website (
http://www.architectureandhygiene.com/main.html), tem dicas desde como lançar uma bola de tênis, até uma seleção de músicas para se ouvir apóis tomar antidepressivos. Seu humor (para alguns algo diferente, maluco mesmo) e inventividade acaba gerando coisas positivas e até mesmo úteis como estes containers.
Esta semana ele saiu num catálogo da Quik Build, que executa casas pré-fabricadas (website:
http://www.quik-build.com/). O livro "Adam Kalkin´s ABC of Container Architecture" mostra 32 de suas obras, incluindo a sua própria casa, que é um cottage do século 19 em clapboard dentro de um hangar industrial e um projeto em que um quarto executado num container com paredes hidráulicas de que se abrem e fecham.
A "quik Build" era uma empresa de bom apelo com suas casas modernistas pré-fabricadas, mas foi perdendo seu espaço ao longo do tempo. O preço de seu metro quadrado varia entre U$ 250,00 a U$ 400,00, o que pode ser mais do que uma residência tradicional, com arquiteto e empreiteiro.
Mas tem uma certa onda de pré-fabricados novamente, especialmente estes que se diferenciam pelo design inovador. Ano passado, houve uma exposição no MOMA (Museum of Modern Art -
www.moma.org/ ) de Nova Iorque, chamada "home delivery", mostrando as inovações. Um dos curadores da mostra chegou a propor as casas de Kalkin para as vítimas de New Orleans.

A pergunta que se faz é se isso realmente é uma alternativa viável para a habitação. Pode ser que sim, porque não?
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